as flores morreram

As flores que plantei para ti morreram.

Não foi por falta ou excesso de água, nem problemas no solo. Cresceram vigorosas e deram toda sorte de cor e cheiro, por uns dias enfeitaram o jardim que mirava da janela da sala enquanto tomava café. Todos os dias, por muitos virar de calendário.

E assim segui. Seguia. Elas, as flores, também.

Pareciam desviar dos teus pés afoitos ao chegar em casa, mais abertas ao teu toque, se faziam mais bonitas ao você olhar.

Assim eu vi. Via.

[Uns lapsos de tempo e memória.]

Dizem que morreram de saudades.

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2 comentários sobre “as flores morreram

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